Publicado em Lendo e Escrevendo, Pensando e Escrevendo, Sentindo e Escrevendo, Vendo e Escrevendo

Bullying


Já ouviu falar? Se não, pesquisei na internete e achei isso aqui:

“O termo bullying surgiu na Noruega, na década de 80, e é originário da palavra inglesa bully, que quer dizer ameaçar, intimidar, amedrontar, tiranizar, oprimir, maltratar. O primeiro a relacionar a palavra ao fenômeno foi Dan Olweus, professor da Universidade da Noruega. Ao pesquisar as tendências suicidas entre adolescentes, Olweus descobriu que a maioria desses jovens tinha sofrido algum tipo de ameaça e que, portanto, bullying era um mal a combater.

Embora a denominação seja recente, o fenômeno é mais antigo que a própria escola e se repete continuamente em todo o mundo. Não é restrito a uma instituição específica. Pode ocorrer em escolas de todo o tipo: primárias, secundárias, rurais, públicas ou privadas. Onde há uma criança ou um jovem sofrendo qualquer tipo de pressão psicológica, atitude agressiva intencional e repetida, sem motivação evidente, o fenômeno está presente e precisa ser tratado com a seriedade que merece.”

Eu sofri bulliyng, de leve, mas sofri. E é bem dificil até hoje falar sobre. Fico imaginando para quem sofreu com bullyings mais agressivos, o quanto isso afeta psicologicamente a pessoa. O quanto ela se culpa e acredita mesmo que a culpa é dela. Digo por experiência própria que chegamos a acreditar na nossa culpa.
A familia e a escola tem que ficar realmente de olho, porque realmente é uma pesadelo silencioso.

Tem um site de pediatria muito bom, que explica detalhadamente o Bullying, falando dos alvos, dos autores e das conseguencias.

Clique aqui: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0021-75572005000700006&lng=pt&nrm=iso&tlng=pt

Assunto não muito falado, mas as estatísticas falam por si:

Segundo a pesquisa realizada pelo Ibope, de 5.482 alunos entre 5ª a 8ª séries de 11 escolas do Rio de Janeiro, mais de 40,5% admitem ter praticado ou ter sido vítimas de bullying.
O bullying já atinge 45% dos estudantes de ensino fundamental do país, seja como agressor, vítima ou em ambas as posições.
2.000 entrevistados, 49% estavam envolvidos com a prática e 22% eram vítimas, 15% agressores, e 12%, vítimas agressoras.

Denuncie. Não se cale!

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s