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Voto nulo NÃO anula as eleições!

Vamos por partes. Você sabe a diferença entre voto nulo e voto em branco? Vamos entender isso…

O voto em branco é o ‘tanto faz’. Exemplo: Se existem dois candidatos, Pato e Galinha, e para você tanto faz um ou outro, a sua opção é o voto em branco.
Agora, se você não quer nenhum dos dois candidatos, o nulo é a opção. O nulo é o protesto.

Agora sim, vamos ao falso poder do voto nulo. O que existe na real é a confusão entre dois conceitos: Voto Nulo e Nulidade da Votação.
Sobre Nulidade de Votação, a legislação diz:

“Capítulo VI

Das nulidades da votação

Art. 220. É nula a votação:

I – quando feita perante mesa não nomeada pelo juiz eleitoral, ou constituída com ofensa à letra da lei;

II – quando efetuada em folhas de votação falsas;

III – quando realizada em dia, hora, ou local diferentes do designado ou encerrada antes das 17 horas;

IV – quando preterida formalidade essencial do sigilo dos sufrágios.

V – quando a seção eleitoral tiver sido localizada com infração do disposto nos §§ 4º e 5º do art. 135. (Incluído pela Lei nº 4.961, de 4.5.1966)

Art. 221. É anulável a votação:
I – quando houver extravio de documento reputado essencial; (Inciso II renumerado pela Lei nº 4.961, de 4.5.1966)

II – quando for negado ou sofrer restrição o direito de fiscalizar, e o fato constar da ata ou de protesto interposto, por escrito, no momento: (Inciso III renumerado pela Lei nº 4.961, de 4.5.1966)

III – quando votar, sem as cautelas do Art. 147, § 2º. (Inciso IV renumerado pela Lei nº 4.961, de 4.5.1966)

a) eleitor excluído por sentença não cumprida por ocasião da remessa das folhas individuais de votação à mesa, desde que haja oportuna reclamação de partido;

b) eleitor de outra seção, salvo a hipótese do Art. 145;

c) alguém com falsa identidade em lugar do eleitor chamado.

Art. 222. É também anulável a votação, quando viciada de falsidade, fraude, coação, uso de meios de que trata o Art. 237, ou emprego de processo de propaganda ou captação de sufrágios vedado por lei.”

Art. 224. Se a nulidade atingir a mais de metade dos votos do país nas eleições presidenciais, do Estado nas eleições federais e estaduais ou do município nas eleições municipais, julgar-se-ão prejudicadas as demais votações e o Tribunal do prazo de 20 (vinte) a 40 (quarenta) dias.”

Ou seja, a nulidade diz respeito as urnas e ou a seção eleitoral.

E se no caso os votos Nulos ou Brancos foram maiores que os votos dos candidatos, ainda assim, quem tiver maior número de votos ganha.

“…
Art. 2º Será considerado eleito o candidato a Presidente ou a Governador que obtiver a maioria absoluta de votos, não computados os em branco e os nulos.

§ 1º Se nenhum candidato alcançar maioria absoluta na primeira votação, far-se-á nova eleição no último domingo de outubro, concorrendo os dois candidatos mais votados, e considerando-se eleito o que obtiver a maioria dos votos válidos.

§ 2º Se, antes de realizado o segundo turno, ocorrer morte, desistência ou impedimento legal de candidato, convocar-se-á, dentre os remanescentes, o de maior votação.

§ 3º Se, na hipótese dos parágrafos anteriores, remanescer em segundo lugar mais de um candidato com a mesma votação, qualificar-se-á o mais idoso.

Art. 3º Será considerado eleito Prefeito o candidato que obtiver a maioria dos votos, não computados os em branco e os nulos.

§ 2º Nos Municípios com mais de duzentos mil eleitores, aplicar-se-ão as regras estabelecidas nos §§ 1º a 3º do artigo anterior.
…”

Tudo explicado? Agora a escolha é sua.

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Mary e Max

De 2009, do australiano Adam Eliot, ganhou alguns prêmios como ‘Melhor animação em 2009’ no Ottawa International Animation Festival e no Asia Pacific Screen, ‘Cristal’ no Grande Prémio de Melhor filme de animação no Festival de Animação de Annecy, na França e foi muito elogiado na categoria ‘Melhor filme Australiano’ no Australian Film Critics Association.
A técnica usada na animação é chamada de ‘Stop-Motion’ http://pt.wikipedia.org/wiki/Stop_motion.

Em uma entrevista a M/C Reviews http://reviews.media-culture.org.au/modules.php?name=News&file=article&sid=3239, Adam falou que o filme é inspirado em uma historia real, e não baseado em uma história real. Ele tem um ‘pen-friend’, mal traduzindo, uma ‘amigo-carta’, aonde se escrevem a mais 20 anos e não se conhecem pessoalmente ainda.

O filme conta a historia de Mary e Max, que se escrevem durante anos. Ela, uma menina de 8 anos que mora na Austrália, e ele um novaiorquino com 44 anos. Uma animação para adultos, logo aviso. Melancolia e amizade dominam a trama. O filme critica a falta de proximidade entre as pessoas, causando vários tipos de fobias. O clima pesado é quebrado com um pouco de humor. Predominam também detalhes, como o fato de que Mary vê tudo em tons marrons e Max vê tudo preto e branco, por isso as cenas de cada um mudam de cor adequando-se ao personagem.

Frase marcante do filme: ‘A vida de todo mundo é como uma longa calçada. Algumas são bem pavimentadas, outras têm fendas, cascas de banana e bitucas de cigarro.’

Trailer:

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A outra face de Jet Li

Jet li, esse mesmo, dos filmes de artes marciais como ‘Romeu tem que morrer’, ‘O reino proibido’, ‘O mestre das Armas’ e ‘A luta do dragão’. Muitos comparam ele a Bruce Lee. Quem gosta desse estilo de filme sabe muito bem de quem eu estou falando.

Pois é, ontem assisti ‘Ocean Reaven’. Um filme sobre um pai que tem um filho autista de 21 anos, descobre que vai morrer e luta contra o tempo para ensinar o filho a se virar sozinho. Confesso que quando baixei o filme não sabia que era com Jet Li. Apenas li a primeira frase “Pai tem um filho autista…’ e já sai clicando em download. Foi ótimo, porque vi sem preconceito algum.

Assisti e chorei no final. O filme é maravilhoso! E só depois que fui procurar o elenco do filme. Quando li Jet Li quase cai para trás. E como grande curiosa que sou, fui buscar a história por trás do filme.

Jet Li disse em uma entrevista: “Eu conheci algumas crianças autistas quando eu estava fazendo trabalhos de caridade nos últimos anos. Quando eu li o roteiro, eu chorei. Espero expressar gratidão a todos os pais do mundo através do filme”. http://www.chinadaily.com.cn/showbiz/2009-08/28/content_8628477.htm

O Elenco:

Você sabia que Jet Li tem uma fundação? Nem eu. Chama-se ‘One Foundation’. Acha que estou mentindo? Olha aqui:: http://www.onefoundation.cn/en_index.php.
O projeto acredita em ‘1 pessoa + $1 por pessoa + 1 mês = 1 grande família’.

‘Segundo as estatísticas, a China é um dos países que sofre com uma série de catástrofes. Em média, cerca de 200 milhões de pessoas são afetadas e cerca de 60 milhões precisam de ajuda a cada ano. Os registros de perdas econômicas diretas em 1998 e 2005, foram 3,007 bilhões e 2,042 bilhões.’

Para saber muito mais sobre Jel Li, vá até o site dele: http://jetli.com

Fica a dica!

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Dizem que sou louco

Estava eu hoje voltando do trabalho, no ponto de ônibus ouvindo MPB FM, quando começa a tocar ‘Balada do louco’ na voz do maravilho Ney Matogrosso. Olhei para o céu que estava com algumas nuvens e viajei durante a música toda. Acho até que perdi um ônibus, porque o outro demorou a chegar.

A música foi lançada quando eu tinha 5 aninhos, em 1986, no disco ‘Bugre’ do Ney Matogrosso. Quem compôs foi Rita Lee e Arnaldo Baptista.

‘Eu juro que é melhor, não ser o normal…’

Dizem que sou louco por pensar assim
Se eu sou muito louco por eu ser feliz
Mas louco é quem me diz
E não é feliz, não é feliz
Se eles são bonitos, sou Alain Delon
Se eles são famosos, sou Napoleão
Mas louco é quem me diz
E não é feliz, não é feliz
Eu juro que é melhor
Não ser o normal
Se eu posso pensar que Deus sou eu
Se eles têm três carros, eu posso voar
Se eles rezam muito, eu já estou no céu
Mas louco é quem me diz
E não é feliz, não é feliz
Eu juro que é melhor
Não ser o normal
Se eu posso pensar que Deus sou eu
Sim sou muito louco, não vou me curar
Já não sou o único que encontrou a paz
Mas louco é quem me diz
E não é feliz, eu sou feliz

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A vaca foi para o brejo!


E quem não conhece essa expressão?! Mas você sabe de onde ela veio? Eu também não sabia até ontem. Quem me contou foi um amigo do trabalho, assinante do blog ‘Philiasophos’: http://philiasophos.blogspot.com.

A vaca foi para o brejo é uma parábola. Na internet achei algumas versões da mesma. Coloco aqui a que mais me agradou e que se aproxima muito da que ouvi:

“Um filósofo passeava por uma floresta com um discípulo, conversando sobre a importância dos encontros inesperados. De acordo com o mestre, tudo que está diante de nós nos oferece uma chance de aprender ou ensinar. Quando cruzavam a porteira de um sítio que, embora muito bem localizado, tinha uma aparência miserável, o discípulo comentou:

– O senhor tem razão. Veja este lugar… Acabo de aprender que muita gente está no paraíso, mas não se dá conta disso e continua a viver em condições miseráveis.

– Eu disse aprender e ensinar – retrucou o mestre. Constatar o que acontece não basta; é preciso verificar as causas, pois só entendemos o mundo quando entendemos as causas.
Bateram à porta da casa e foram recebidos pelos moradores: um casal, três filhos, todos com as roupas sujas e rasgadas.

– O senhor está no meio desta floresta, não há nenhum comércio nas redondezas – observou o mestre ao pai de família. Como sobrevivem aqui?

E o homem, calmamente, respondeu.

– Meu amigo, nós temos uma vaquinha que nos dá vários litros de leite todos os dias. Parte desse produto nós vendemos ou trocamos, na cidade vizinha, por outros gêneros de alimentos. Com a outra parte, produzimos queijo, coalhada e manteiga para o nosso consumo. E assim vamos sobrevivendo.
O filósofo agradeceu a informação, contemplou o lugar por um momento e foi embora. No meio do caminho, disse ao discípulo:

– Pegue a vaquinha daquele homem, leve-a ao precipício e jogue-a lá embaixo.

– Mas ela é a única forma de sustento da família! – espantou-se o discípulo.

O filósofo permaneceu calado. Sem alternativa, o rapaz fez o que lhe pedira o mestre, e a vaca morreu na queda. A cena ficou gravada em sua memória.
Muitos anos depois, já um empresário bem-sucedido, o ex-discípulo resolveu voltar ao mesmo lugar, contar tudo à família, pedir perdão e ajudá-los financeiramente.
Ao chegar lá, para sua surpresa, encontrou o local transformado num belíssimo sítio, com árvores floridas, carro na garagem e algumas crianças brincando no jardim. Ficou desesperado, imaginando que a humilde família tivesse precisado vender o sítio para sobreviver. Apertou o passo e foi recebido por um caseiro muito simpático.

– Para onde foi a família que vivia aqui há dez anos?

– Continuam donos do sítio.

Espantado, ele entrou correndo na casa, e o senhor logo o reconheceu. Perguntou como estava o filósofo, mas o rapaz nem respondeu, pois se achava por demais ansioso para saber como o homem conseguira melhorar tanto o sítio e ficar tão bem de vida.

– Bem, nós tínhamos uma vaca, mas ela caiu no precipício e morreu – disse o senhor. Então, para sustentar minha família, tive que plantar ervas e legumes. Como as plantas demoravam a crescer, comecei a cortar madeira para vender. Ao fazer isso, tive que replantar as árvores e precisei comprar mudas. Ao comprar mudas, lembrei-me da roupa dos meus filhos e pensei que talvez pudesse cultivar algodão. Passei um ano difícil, mas quando a colheita chegou eu já estava exportando legumes, algodão e ervas aromáticas.

Nunca havia me dado conta de todo o meu potencial aqui: ainda bem que aquela vaquinha morreu!”

E fica a pergunta:
Quantas vacas precisam ir para o brejo para mudarmos?

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Alice no País das Maravilhas de Tim Burton

Achei que não ia gostar do filme, já que sou louca pelo livro e nunca fui com a cara do desenho da Disney. Lembro que só fui me interessar pela história da Alice depois de velha. Na verdade, eu entendi mesmo só depois que li o livro. O desenho da Disney para mim era muito louco. O livro fez muito sentido para mim. E acabei me identificando com a história. Quem me conhece sabe que sou uma ‘Alice’. rsrs

E como tenho esse fascínio pela história, o filme de Tim Burton foi visto com olhos bem críticos. E vou dizer: ele mandou muito bem!
Tive medo porque Alice no filme do Tim tem 17 anos. Mas ele conseguiu pegar todos os símbolos e as principais características da historia.

Trailer:

Diálogo maravilhoso:

Alice diz: – Do you think I’ve gone round the bend?
Pai diz: – I’m afraid so. You’re mad. Bonkers. Off your head. But I’ll tell you a secret… all the best people are.

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A Origem – Inception

O filme é muito intrigante, inteligente e questionador. Leonardo DiCaprio anda fazendo filmes desse gênero, ne? Antes desse teve A Ilha do Medo. Tão bom quanto.
Os roteiros dos filmes andam de mal a pior. Hollywood esta muito clichê.
Mas nessa salada de fruta estragada, eis que aparece um vermelho e saboroso morango.

A sinopse? Veja o trailer, é melhor:

A pergunta que não quer calar: Será que Freud iria gostar desse filme? ahahahahahahaha

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Quadrinhos – 1

A partir de hoje inicia uma nova categoria no blog Aventuras Mentais: Quadrinhos.

Publicarei quadrinhos inteligentes, aqueles com fundo de moral. Nada de imbecilidade.

Para quem não sabe, HQ nada mais é que a sigla para Histórias em Quadrinhos.

Você sabe da história das Histórias em Quadrinhos?

Achei na internet um artigo de René Gomes Rodrigues Jarcem, da Faculdade Maurício de Nassau de 2007, falando sobre a história da história em quadrinhos.

Coloco aqui apenas o começo para dar o gostinho. rs
Leia o artigo todo. Vale a pena!

“As primeiras manifestações das Histórias em Quadrinhos são no começo do século XX, na busca de novos meios de comunicação e expressão gráfica e visual. Com o avanço da imprensa, da tecnologia e dos novos meios de impressão possibilitaram o desenvolvimento desse meio de comunicação de massa.
Entre os precursores estão o suíço Rudolph Töpffer, o alemão Wilhelm Bush, o francês Georges (“Christophe”) Colomb, e o brasileiro Angelo Agostini. Alguns consideram como a primeira história em quadrinhos a criação de Richard Fenton Outcalt, The Yellow Kid em 1896. Outcalt essencialmente sintetizou o que tinha sido feito antes dele e introduziu um novo elemento: o balão. Este é o local onde se põe as falas das personagens.
Nas primeiras décadas os quadrinhos eram essencialmente humorísticos, e essa é a explicação para o nome que elas carregam ainda hoje em inglês, comics (cômicos). Algumas destas histórias eram Little Nemo (de Winsor McCay), Mutt & Jeff (de Bud Fisher), Popeye (de E.C. Segar), e Krazy Kat (de Georges Herriman). Os temas das histórias eram basicamente travessuras de crianças e bichinhos, e dessa época vem às designações kid strips, animal strips, family strips, boy-dog strips, boy-family-dog strips, entre outros.”

Para ler mais, clique aqui: http://tinyurl.com/249nayo

E para começar, Fábio Moon e Gabriel Bá.
Site: http://10paezinhos.blog.uol.com.br

 

(Clique na imagem para ampliar)

 

Esse HQ me lembra aquela parte da história de ‘Alice no País das Maravilhas’, quando ela encontra com o gato de Cheshire e pede ajuda, perguntando qual direção tomar. Ele retruca perguntando para aonde ela quer ir, e ela diz que não importa aonde vai dar. Ele diz: ‘Então não importa o caminho que você escolha.’

Nunca ande pelo caminho traçado, pois ele conduz somente até onde os outros já foram. (Alexander Graham Bell)

Difícil? E quem disse que a vida é fácil?!

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Ela Menino

Deitou no cama com o corpo pesado depois de um dia cansativo de trabalho.
– ‘Para mim você é menino.’ Disse ele a ela.
Foi como se ele a jogasse no escuro de novo. Apagou a luz, virou as costas e disse: ‘Se vira!’.
Ela queria gritar e pedir a sua ajuda de novo. Mas mesmo com muito medo ela parou e fez silêncio. Escutava-se apenas as batidas do seu coração (que batia mais rápido que o normal). Respirou fundou até o coração voltar ao normal, o sangue circular normalmente e ela conseguir pensar.
Ela se esforça tanto e ele continua a vendo como menino.
Talvez ele não saiba do quanto a vida dela foi dura, e só como menino ela conseguiria sobreviver. Talvez ele não saiba que a unica coisa que ela quer é seu olhar. Ser vista. Ser apreciada.
Mas não é culpa dele. Ela se veste muito bem de menino.
No escuro, escutando as batidas do seu coração (mais lento agora), ela relembra do caminho para acender a luz. Com a mão no interruptor e a luz ainda apagada, ela pensa: ‘será que ainda preciso dele?’
Precisa… Mas bem menos do que antes.

Em um futuro não muito distante, ela não precisará mais do seu olhar…

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Vamos fazer contas?

São no total, 135.804.433 eleitores no Brasil. Desses, 24.606.532 não votaram, 3.479.225 votaram em Branco e 6.123.722 votaram Nulo. Apenas 101.583.766 são votos válidos. Total de 34.220.667 votos a menos.

No total, Dilma teve 47.647.643 de votos contra 19.635.906 de votos da Marina. Foram 28.011.737 votos de diferença contra 34.220.667 votos a menos.

Aqui no Rio, são no total 11.584.083 de eleitores. Desses, 2.011.597 não votaram, 586.375 votaram em Branco e 1.090.176 votaram Nulo. Apenas 7.895.935 são votos válidos. Total de 3.688.148 votos a menos.
Sérgio Cabral teve 5.217.972 de votos, contra 1.632.671 de votos do Gabeira. Foram 3.585.301 votos de diferença contra 3.688.148 votos a menos.

Pena que a massa é burra!

Ass: Ana Paula Fernandes Ventura (Faço parte dos 19.635.906 de votos para Marina e 1.632.671 de votos para Gabeira)