Publicado em Diário, Sentindo e Escrevendo

Minha Princesa Sara

Nada mais justo do que homenagear Aline, minha Princesa Sara! (essa mesmo, a do cavalo de fogo) Hoje ela comemora mais um ano de vida. E que vida!!!

Aqui eu tento colocar sentimentos em palavras. Sentimentos são imensuráveis. Palavras já são limitadas. Não recomendo, você escritor, tentar fazer com que o leitor entenda por completo o que você escreve. É frustração na certa. Afirmo como Mario Quintana “A gente pensa uma coisa, acaba escrevendo outra e o leitor entende uma terceira coisa… e, enquanto se passa tudo isso, a coisa propriamente dita começa a desconfiar que não foi propriamente dita.” Mas nem por isso eu deixo de escrever. Muitas vezes (em sua maioria) não escrevo para os outros, escrevo para mim. Me sinto sufocada… por mim mesma. Muitos sentimentos, muitos pensamentos…

E hoje, minha Princesa Sara esta longe. So far… Mas aqui um dos seus presentes de aniversário.

Mas antes, quero agradecer a Tim por cobrar R$ 0,25 por ligação de Tim para Tim. (fim do merchan)

Minha Princesa Sara,

Talvez algumas coisas que você leia aqui já tenha escutado de minha boca…

Aprendi e aprendo muito com você. Cada ligação, cada conversa, cada troca que temos, eu me sinto renovada. Obrigada por isso.

Por mais que eu me dedique a escrever aqui suas qualidades, seria em vão. Isso porque tudo que eu falar sobre o que você é ou deixa de ser, diz respeito a você. E elas mudarão. Se ler as mesmas qualidades após 1 ano, duvido muito que os adjetivos serão os mesmos. Além de novos adjetivos, os antigos teriam uma outra conotação, uma outra metáfora de vida.
Aqui, eu prefiro tentar fazer você (e quem estiver lendo), entender o apreço que tenho por aquela que escolheu ficar quando quase todos se afastaram.
Uma vez escrevi que eu a amava antes mesmo de conhece-la. E era mentira. A verdade é que eu tinha certeza que um dia eu a amaria exatamente como a amo hoje.
Os sentimentos não fazem a nossa vida girar. Eles apenas fazem o giro valer a pena.

Irmã, meus desejos se unem em apenas uma palavra: FELICIDADE!

Te amo!

Feliz Aniversário!

Ass: Irmã Pigméia

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Internet – Nobel da Paz 2011

Para quem não sabe, ano passado, a Internet foi indicada ao prêmio Nobel da Paz, mas quem ganhou foi Liu Xiaobo. Esse ano ela concorrerá de novo para o mesmo prêmio.
Ai você se pergunta: ‘a Internet? Como assim?’

Pois é, a idéia é que a internet fique reconhecida pela conectividade entre as pessoas, e não pelos crimes. Achei muito boa a idéia. Destruir a imagem que o problema são os computadores. Lembro que semana passada assisti um entrevista de 2009 do Marcelo Tas no programa ‘Irritando Fernanda Young’, e ele diz: “A internet não é uma rede de computadores, é uma rede de pessoas que usam computadores.

A idéia do manifesto é essa. E se há pessoas, há bondade. Se a maldade pode ser espalhada com maior facilidade com a internet, a bondade também. E eu tenho a teoria que o bem não é quantitativo, mas qualitativo. Exemplo: No meio de 10 pessoas ruins, se 1 for do bem, esse mesmo prevalecerá.

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No site www.internetforpeace.org, você pode assinar o manifesto.

A Revista Galileu apoiou ano passado, e acredito que continua apoiando. O video da campanha:

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Hipocrisia

“A palavra deriva do latim hypocrisis e do grego hupokrisis ambos significando a representação de um ator, atuação, fingimento (no sentido artístico). Essa palavra passou, mais tarde, a designar moralmente pessoas que representam, que fingem comportamentos. Hipocrisia é pretensão ou fingimento de ser o que não é. Hipócrita é uma transcrição do vocábulo grego “hypochrités”. Os actores gregos usavam máscaras de acordo com o papel que representavam numa peça teatral. É daí que o termo hipócrita designa alguém que oculta a realidade atrás de uma máscara de aparência.” (Wikipédia)

Uma das minhas maiores qualidades é a sinceridade. Pouco tempo atrás eu dizia que esse adjetivo era defeito e qualidade ao mesmo tempo, que dependia da situação. Hoje eu já não vejo como defeito em nenhuma situação. A forma como é dito sim, pode agredir algumas pessoas. Mas o que é dito não. Então, sinceridade é meu ponto forte, e por isso tenho moral para falar sobre hipocrisia.

Ultimamente, hipocrisia anda rondando minha vida. Não apenas comigo, mas para pessoas muito próximas de mim. Minha percepção para com essa palavra aumentou após um ocorrido direto a mim no meu trabalho.

Se você veste a camisa de um time, não importa com quem, onde você vai estar e nem mesmo se seu time esta perdendo, você não vai tirar a camisa e por de outro time porque aquele outro esta ganhando.

Não vou generalizar e dizer que hipocrisia é maior nos homens do que nas mulheres. A verdade é que não tem essa. Eu vejo hipocrisia nos dois lados, e muito bem equilibrada.

Porque uma pessoa é hipócrita?
De novo, não generalizando, mas acredito que em sua maioria, o medo dos olhos críticos da sociedade é maior do que a sinceridade com o próprio ser. O fingimento de algo que não se é, é covardia.

Aí entramos em um ponto importante, que é a falta de caráter. Caráter na psicologia é sinônimo de personalidade, dos traços morais da personalidade. O caráter não é moldado pela sociedade. A falta dele sim.

A individualidade de cada um é tão importante e amedronta tanto, que a sociedade prefere recriminar o diferente e bater palmas para os que se moldam. Tem uma tirinha genial no site Clube do Pança:

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Não falei de política e religião porque nem quero entrar nessa questão. Prefiro deixar aqui apenas o registro da minha fúria para com os hipócritas em geral. Que eles deixem de ser covardes e deixem as mascaras apenas para os atores profissionais.

Fingimento? Desce do palco que a vida real é outra.

E tenho dito!

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Até ao inferno

Muitos sustos. Muitos! Tudo bem que um dos sustos que levei foi o meu celular tocando (obrigada Aline!).
Fazia muito tempo que não via um filme de terror tão bom.

Direção de Sam Raimi, o mesmo do ‘Homem Aranha’ e ‘O Dom da Premonição’. Também esta no elento Justin Long, que adoro!

O filme conta a história de Christine Brown, uma analista de crédito que esta prestes a ganhar uma promoção. Eis que aparece uma velhinha macabra, pedindo aumento do empréstimo bancário para pagar sua casa. Christine  recusa para impressionar o chefe, e a velhinha macabra joga uma maldição em Christine. A partir daí, é sustos e mais sustos. Apesar que o filme já começa na tensão de sustos, com um garotinho que roubou um colar de uma cigana e desde de então ouve vozes. E as tensões de sustos já começam logo de cara.

O filme não tem ninguém famoso, mas nem por isso deixa alguma interpretação a desejar. Pelo contrário, tem filmes de Oscar que as interpretações são o ó do borogodó. ‘Até ao inferno’ me surpreendeu. Eu recomendo para quem gosta de terror.

Tenho duas dicas:

1- Aumente o volume.
2- Não comer durante o filme.

(Vai por mim!)