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Longa Metragem de Faroeste Caboclo

Para quem não sabe, dia 26 de outubro estréia o longa metragem de Faroeste Caboclo.
E digo: até que enfim!
\o/

Mesmo sendo NÃO fã de Legião Urbana por conta da sonoridade das músicas (que como já disse aqui no Blog: https://aventurasmentais.wordpress.com/2010/11/02/serenissima/, “Me desculpem os fãs do Legião Urbana, mas para mim, os cds solos do Renato Russo nem se comparam com os das banda”. E deixando claro que é gosto, cada um com o seu.), Faroeste Caboclo é um clássico. Renato era gênio na escrita, então, Faroeste Caboclo não poderia ser uma exceção.

 Dirigido por René Sampaio.

Elenco:

João de Santo Cristo – Fabrício Boliveira
Maria Lúcia – Ísis Valverde
Jeremias – Felipe Abib 

Encontrei essa abertura NÃO oficial do filme que coloca a sonoridade diferente, que eu particularmente gostei muito!

E tem esse vídeo aonde a equipe toda do filme canta a música:

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Intruders

Fazia tempo que não via um suspense tão inteligente. E essa é a melhor palavra para descrever Intruders; inteligente.

Um filme novíssimo, saindo do forno, que conta a história de duas crianças que vivem em países diferentes e que são assombradas por um ser sem rosto.

Em uma entrevista, o diretor Juan Carlos Fresnadillo diz que Intruders é mais que um filme sobre medo, é sobre a origem dele.

Vai aqui o trailer oficial (não veja os outros, eles acabam estragando a trama), e uma entrevista de Juan Carlos Fresnadillo, que esta em espanhol, mas dá pra entender uma boa parte.

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Anônimo

Acabei de assistir um filme sensacional.
Anônimo conta belissimamente a teoria de que as peças de William Shakespeare foram escritas na verdade por Edward de Vere.

A verdade é que se você for buscar mesmo, não se sabe muito da vida de Shakespeare, e isso acaba dando margem a imaginação.

Mas verdade ou não, o filme foi muito bem produzido e os atores sensacionais.
Recomendo.

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Pronto, falei! – 09

Não concordo que a responsabilidade da baixa qualidade artística são dos patrocinadores, dos que tem o $. Se a alta qualidade artística vendesse, eles focariam nela. É questão do que o povo quer, e não o inverso.

Como a parábola do lobo e das ovelhas, aonde o lobo traficante é preso e massacrado pela sociedade das ovelhas, e em uma entrevista perguntam se ele acha que é culpado. Ele diz que tem 50% da culpa, já que as ovelhas viciadas que compraram as drogas com ele tem os outros 50%.

Então, na verdade, a raiz do problema é a educação base e familiar de quem compra baixa cultura.

Os patrocinadores querem dinheiro, e o povo quer o que?

(respondendo uma postagem no Facebook do Tico Santa Cruz, aonde ele responsabiliza a baixa qualidade cultural aos patrocinadores, aqueles que tem o dinheiro em mãos.)

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Não é uma vontade, é um sentimento!

Semana passada tive uma conversa com um amigo que me fez pensar. Foi dito por ele que eu quero ser diferente, que fico nessa pseudo rebeldia de querer ser diferente.
Isso me fez pensar muito. Muito!

E por “coincidência” (entre aspas porque desacredito nessa palavra), um outro amigo veio aqui em casa me fazer companhia e ver filme. A escolha do filme foi dele, e ele escolheu X-Men. E vamos falar sobre um dos simbolismos da historia? Resumindo em uma palavra: diferenças. “Coincidência”, hein!

Bom, o filme só colocou em negrito o que já estava escrito. E continuei a pensar sobre minha pseudo rebeldia…
Fui pensar para trás, me perguntei desde quanto eu quero ser diferente. Lembrei na minha família, da minha adolescência, da minha relação com meu pai, com minha vó, com minha tia, com meus primos…

E foi nesse momento que percebi que não era uma vontade, e sim um sentimento.

Perder a mãe aos 5 anos acaba trazendo consequências que só virão à tona na vida adulta. Uma delas foi o fato de que eu preciso, de que eu sinto a necessidade de uma forte identificação com alguém. No passado busquei isso no meu pai e não encontrei. Busquei na minha vó e também não encontrei.  E em uma forma inconsciente, como não achei essa identificação dentro de casa, busquei ela fora. Acredito que esse meu amigo tenha razão quando diz que isso é um problema. Mas o erro esta apenas na palavra querer, porque eu me sinto diferente. Não quero, mas sinto. E como uma forma de proteção, de me salvar e diminuir a dor de um sentimento que não é agradável, eu me fiz acreditar que ser diferente é bom, que é melhor. Isso fez com que sentir-me diferente doesse menos.
Mas é só fachada, porque dói a mesma coisa.

Estou trabalhando isso na minha análise. E por causa dela eu estou aqui, escrevendo algo tão pessoal, tão íntimo. Escrever sobre isso me faz bem. E não quero parar…

Acredito que nem de longe sou a única a me sentir assim. Vide X-Men.
E isso faz com que eu me sinta menos diferente?

Nem um pouco!

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Pronto, falei! – 08

Rafinha Bastos disse no seu DVD:

“Eu fui afastado porque fiz uma piada. É verdade. Um comediante fez uma piada!
É tipo você é contador ser demitido porque fez uma conta.”

Não Rafael, é como um contator ser demitido por ter feito uma conta errada.

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The Collabowrites

Para quem gosta de escrever e ou de ler, foi criado um livro compartilhado. Isso mesmo, um livro compartilhado. Um mega nerd (elogiando, deixando claro!) criou um site aonde qualquer pessoa do mundo pode entrar e escrever uma frase por vez de até 140 caracteres. Essa mesma é votada com no mínimo 5 votos e entra no livro.

Achei a ideia maravilhosa. Eu já to lá, brincando de escrever. Bora?!