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Feast of Love

banquetedoamor

Depois de uns anos fui rever o filme Feast of Love, que é um dos meus prediletos no estilo romance. Ele é aquele tipo de filme que te dá dicas de como sobreviver a todos os sofrimentos que amar nos causa. É um filme que nos gera esperança palpável, não apenas para viver um grande amor, mas para saber lidar com ele quando ele chegar.

E o filme começa com Morgan Freeman contando uma das inúmeras versões de como o amor foi inventado. E de fato, essa é a minha versão predileta.

Há uma história sobre os deuses gregos. Eles estavam entediados, então inventaram o ser humano. Mas continuaram entediados, então inventaram o amor. Assim, não se entediaram mais.
Então decidiram experimentar o amor.
E, finalmente, inventaram o riso para que conseguissem suportá-lo.

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Tarja Branca

1982029_754819681195918_858959531_nFui assistir Tarja Branca achando que iria ver um documentário pedagógico, voltado para a área escolar. Mas na verdade é uma explicação de como nos tornarmos o que somos hoje, esses dinossauros contemporâneos.

É a explicação de nossas tristezas, angustias, insatisfações e irritações. De como o brincar é importante, e de como continuamos a brincar na vida adulta. Trabalhar com o que se gostar, é brincar. O documentário nos lembra que as maiores empresas de informática utilizam o brincar como o maior foco de criatividade. Lembrou da Google que só faz crescer exatamente por colocar as pessoas em ambientes recreativos, estimulando a criatividade. É ali, na brincadeira, que nos criamos, nos fazemos e nos refazemos.

A maioria ainda dirá que essas ideias é regressão. Mas na verdade, nós hoje é que somos a verdade regressão humana. A cada dia damos um passo para trás. O que vemos hoje são pessoas infelizes, tentando tapar o buraco da felicidade com excesso de atividades. Não se tem mais tempo para ser feliz. Time is money, não é?!

Então, fica a dica de um documentário que te fará refletir melhor sobre a pergunta: a criança que você era teria orgulho da pessoa que você é hoje?