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E agora, quem poderá nos defender?

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Eu tentei escrever, mas não consegui. Não hoje, não agora.
Mas eu não poderia deixar de homenagear Roberto Gómez Bolaños. Eu nem conseguiria dormir se não o fizesse.
Então, deixo aqui um pequeno pedaço da maravilhosa letra e o vídeo do Javipior, com a homenagem que fizeram a ele a mais de 2 anos, mas que é, agora mais do que nunca, atemporal.

‪#‎EagoraQuemPoderáNosDefender‬

 

 

 

Se quer falar de mim pensa no Chaplin, com som, cor e um cenário ruim.
A gente joga a letra O e eu chamo o Chapolin.
Eu faço o melhor do início ao fim.
Porque isso aqui não é novela, isso aqui não é BBB,
é humor de qualidade todo dia pra você.
Não interessa a sua idade você vai entender
quando eu tiver um piripaqui você vai rir, você vai saber
que eu pertenço à um grupo de poucos,
uns me chamam de gênio, outros de louco.
Uma estrutura tão sólida que sobrevive até o tempo.
É muita barriga senhor talento.

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Resurrection x Les Revenants

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Alguns meses atrás assisti a primeira (e única por enquanto) temporada de Les Revenants.
Les Revenants é uma série francesa, baseada no filme de mesmo nome.
O filme foi lançado em 2004 e a série em 2012.
A série e o filme são magníficos. A sinopse curta tanto do filme quanto da série é:
Em uma cidade pequena, pessoas mortas, de épocas diferentes, voltam a vida, do mesmo jeito que estavam antes de morrerem, sem lembrar que estão mortas.

Assisti e avisei: vai ter remake de merda norte americano.

Eis que esse ano aparece a série Resurrection. O sucesso dela foi enorme.
Até aí, sem problemas, já que norte americanos fazem muito mais remakes de outros países do que de sua autoria.
O problema é que eles não dizem que foi remake, e sim que foi baseada no livro Ressurreição de Jason Mott, que foi publicado em 2013.

Bom, minha crítica vai pela falta de criatividade norte americana e pela falta de ética cinematográfica. Faz um bom tempo que não vejo um filme ou série deles que realmente me marque.
Já não posso dizer o mesmo do outro lado do oceano, que estão cada vez melhores. Até o cinema brasileiro já está batendo de frente com a cinematografia norte americana. Não apenas em qualidade visual, mas na própria criatividade dramatúrgica.

Hollywood hoje está mais para maquiagem do que para conteúdo. Uma pena.