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#DilmaNÃOmeRepresenta

Me irrita profundamente esse apoio direcionado a Dilma.
Muitas mulheres, inclusive, usam o feminismo com argumento para esse apoio.

Acho justo se indignar com os ataques misóginos da mídia para com ela. As capas de jornais e revistas cheias de gaslighting, os adesivos ofendendo a integridade física dela… Porra, justíssimo se indignar e lutar contra isso.
Mas olha só, colocar Dilma como santa no meio político é a mesma coisa que esquecer todas as merdas que Rachel Sheherazade falou (e fala) porque o Silvio Santos foi um machista escroto com ela na entrega do Troféu Imprensa.
O apoio feminista para com Rachel Sheherazade foi bem pontual:
“A sonoridade feminista tem ligação com machismo, e não com as merdas que você fala.”

Com a Dilma a sonoridade feminista tinha que ser dessa forma também.
Mas não foi porque a campanha feminista da Dilma foi direcionada para a elite cis branca hétero feminina.

No artigo “Não nos representam: o feminismo delas e o nosso” de Jéssica Antunes diz:

O fato de terem campanhas empresariais “feministas” de “mulheres podem ser engenheiras” mostrando algumas privilegiadas que conseguiram isso muda algo no fato de que a esmagadora maioria de mulheres segue sendo criada pra ser esposa e mãe? E somos a ampla maioria sem diploma ou emprego no mundo?

A resposta é não. Essas empresárias não representam um avanço do “conjunto das mulheres”, pelo contrário representam uma ínfima minoria de mulheres da elite e não a grande maioria.

…..

Por acaso sob o governo de Dilma Roussef as mulheres no geral se beneficiaram no país? ou apenas continuamos morrendo nos abortos clandestinos e nos trabalhos terceirizados que nunca cresceram tanto?

E aí vem a questão política aonde batem o pé dizendo que o PT é um partido socialista.
Sério? Sério? Sério?

Eu que sou uma completa ignorante no que se refere a economia, sei que apoiar Eike Batista dizendo que ele é nosso padrão, nossa expectativa e orgulho do Brasil, não é nem de longe um discurso socialista.

(clique aqui e veja o vídeo aonde Dilma expressa sua admiração ao Eike)

Então, aos apoiadores de Dilma, só peço uma singela coisa:

SEJEM MENAS.

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Essa Semana TA FODA

Essa semana teve:

– Estréia da série 13 Reasons Why
– Relato de Su Tonani sobre o assédio de José Mayer
– Apoio público de atores e diretos a Jose Mayer
– Machos mudando a campanha “Mexeu com uma mexeu com todas”
– Lady Francisco contando que foi estuprada por um diretor da Globo
– Morte de Gilbert Baker, criador da bandeira arco-íris LGBT
– Bolsonaro sendo Bolsonaro em uma palestra no clube Hebraica com direito a aplausos
– Trump bombardeando a Síria

(e a semana ainda nem acabou)

Eu não sei você, mas eu não tô bem não.

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La La Land é mais uma prova que pode-se contar mentiras falando verdades

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De novo, mais uma vez, novamente o Jazz protagonizado por brancos.

Um dos movimentos musicais mais importantes para a discriminação racial nos Estados Unidos, e DE NOVO, os negros em segundo plano.

A prova que você pode falar mentiras contando verdades, é a cena aonde o personagem de Ryan Gosling fala que o Jazz nasceu em uma casa estilo Torre de Babel, aonde as pessoas não conseguiam se comunicar, e assim a música era a linguagem entre eles.
SÉRIO?!!!

Depois de assistir Drive e Só Deus Perdoa, ver  Ryan Gosling fazendo um personagem água com açúcar como esse, chega a doer nesse meu coraçãozinho cinéfilo.

Sobre o romance hetero, branco, tradicional normativo…
Bom, no começo era tanto cu doce dos dois com joguinhos de sedução do tipo  Eu-Finjo-Que-Não-Gosto-De-Você-Mas-Na-Verdade-Eu-Te-Quero-Muito, que achei que no final do filme eu iria ter que correr no médico para pedir exames de diabete.
Não sei vocês, mas eu não tenho mais paciência pra isso não.

La La Land é mais um enredo hetero, branco, tradicional normativo ganhando o Oscar.

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Peanuts O Filme

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A ansiedade acabou e se transformou em nostalgia.

Eu fui ver Peanuts com receito de não superar minhas expectativas (que estava bem alta, diga-se de passagem). Mas ele fez muito mais que superar minhas expectativas.

Roteiro foi feito em família. Filho e neto de Charles M. Schulz se uniram para nos presentar com uma gostosíssima história da turma.

Temos dois públicos indo ver o filme. Publico um, que já conhecia Snoopy e toda turma (esse público foi pela nostalgia). Público dois, que não conhecia quase nada de Charlie Brown e sua vizinhança.
Eu faço parte do público um e levei um amigo que faz parte do público dois para assistir comigo. Ele soltou várias gargalhadas durante todo o decorrer da animação, e na conversa pós filme, percebi que essa obra de  Schulz é realmente atemporal. Ele chegou a me contar uma lembrança da sua própria infância pelo qual o filme o remeteu. Isso é a magia de Peanuts.

Para o público um, prepare-se para nostalgiar livremente. Você será remetido ao buraco de minhoca mental, e terá sensações positivamentes incríveis. Vai lembrar como os personagens são hilários e agradáveis. Vai se recordar do motivo que você se identificava com um deles e vai rir disso.

O enredo não tem muito o que falar. Charlie Brown se apaixona pela menina nova da turma e a história gira em torno disso. Mas o enredo de Peanuts sempre foi a simplicidade do cotidiano. Charles M. Schulz fazia filosofia no anfêmero, e era ali que sua genialidade morava.

Peanuts O Filme faz jus a obra de seu autor e nos abraça com força.

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Chappie – Misturando Iinteligência Artificial e Poesia

10995663_1141996439159865_1214750435596942237_nAcordei no meio da madrugada e não conseguia dormir. Abri o Popcorn Time e pensei: vou começar a ver um filme e cair no sono (como sempre!).
Mas para minha surpresa, eu nem pisquei.

Quando comecei a ver o trailer e percebi que o filme era com Dev Patel, já sabia que o filme ia ser no mínimo muito bom. Tanto que nem finalizei o trailer, era desnecessário.

Um filme sobre inteligência artificial e poesia. Não poderia dar errado.

Mas Neill Blomkamp tem essa mania de misturar esses dois substantivos que em teoria são incompatíveis. Ele já tinha mostrado em Distrito 9 e em Elysium que incompatibilidade é para os fracos.

Fica aí a dica de mais um filme excelente.

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A Poesia NÃO é Um Talento

Hoje cedo, enquanto me arrumava para o estágio, deixei rolando a entrevista com Luana Piovani no programa A Máquina com Fabrício Carpinejar.

Quase no final na entrevista, Luana pergunta ao Fabrício como surgiu a poesia na vida dele, como ele descobriu o talento. A resposta dele me fez parar o que eu estava fazendo. Sentei e não apenas concordei com que foi dito, mas senti cada sílaba de cada palavra perfurar meu peito, e chorei.

Até o momento, é a melhor descrição que já ouvi sobre ser poético.  É triste, mas totalmente verídico.

Deixo aqui por escrito a resposta dele, e o vídeo da entrevista, já iniciada no momento que Luana faz a pergunta.

Fabrício: A poesia não é um talento. É uma insuficiência. É uma falta. Pode ser um maldição.

Eu falo que assim que tu ter um relacionamento com a poesia pode ser um problema na hora que tu se separa, porque um vaso não é um vaso, uma vassoura não é uma vassoura.

Tem pessoas funcionais, tem pessoas que objetos são funções, não significados emocionais. Pra mim tudo é significado emocional. Então se tu se separa, por exemplo, tu tem muito mais saudade do que memória. Então o chinelo não é mais um chinelo. O chinelo é o encosto da porta pra não fechar com o vento. Arrumar a cama não é mais arrumar a cama. arrumar a cama é lembrar que os pés delas ficavam sufocados e que tu não pode prender o lençol no colchão. O banco da cozinha preto não é mais o banco da cozinha preto. É um mirante aonde ela ficava próxima da janela pra poder fumar.

Luana: Que coisa linda Fabrício.

Fabrício: É horrível também, porque é muito melhor tu ser funcional, porque funcional tu pode se despedir. Quem é funcional: alegria é rir, tristeza é chorar, sono é bocejar e se separar é não dar certo. E quem não é, quem é poético, rir pode acontecer dentro de um choro, o choro pode acontecer dentro da felicidade, e nunca vai se separar porque tu criou todo um idioma pra uma pessoa.

 

 

 

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Looper

1406147358_looper-poster-bigEu acho que dormi 2012 inteiro. Não me lembro de ter ouvido falar de Looper até hoje.

O autor desse filmaço é o Rian Johnson. Sim, é a mesma mente que criou Breaking Bad. Agora faz todo sentido o filme ser tão bom.

Nos primeiros 10 minutos de filme, eu realmente achei que iria ser mais um filme chato de balas e sangue voando para todo lado. Realmente teve muito sangue e balas por todo lado, mas chato é um adjetivo incompatível com essa obra.

Você deve se perguntar: você já assistiu algum filme ruim com Bruce Willis? Pois é, eu também não (apesar que eu nunca assisti Duro de Matar. Por não gostar desse estilo de filme, fiquei com medo de estragar essa excelência cinematográfica dele. Preferi não arriscar.).

Joseph Gordon é outro que só faz filmaço. Na bagagem ele tem nada mais nada menos que Inception.
Mas o que realmente me admirou quanto a atuação foi Pierce Gagnon. Essa pessoinha de 9 anos (na época 7) teve uma das atuações infantis mais espetaculares que já vi. Ele está no nível da Dakota Fanning.

Fica a dica para quem quer assistir um filme com ação + qualidade + reflexão da vida.

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Resurrection x Les Revenants

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Alguns meses atrás assisti a primeira (e única por enquanto) temporada de Les Revenants.
Les Revenants é uma série francesa, baseada no filme de mesmo nome.
O filme foi lançado em 2004 e a série em 2012.
A série e o filme são magníficos. A sinopse curta tanto do filme quanto da série é:
Em uma cidade pequena, pessoas mortas, de épocas diferentes, voltam a vida, do mesmo jeito que estavam antes de morrerem, sem lembrar que estão mortas.

Assisti e avisei: vai ter remake de merda norte americano.

Eis que esse ano aparece a série Resurrection. O sucesso dela foi enorme.
Até aí, sem problemas, já que norte americanos fazem muito mais remakes de outros países do que de sua autoria.
O problema é que eles não dizem que foi remake, e sim que foi baseada no livro Ressurreição de Jason Mott, que foi publicado em 2013.

Bom, minha crítica vai pela falta de criatividade norte americana e pela falta de ética cinematográfica. Faz um bom tempo que não vejo um filme ou série deles que realmente me marque.
Já não posso dizer o mesmo do outro lado do oceano, que estão cada vez melhores. Até o cinema brasileiro já está batendo de frente com a cinematografia norte americana. Não apenas em qualidade visual, mas na própria criatividade dramatúrgica.

Hollywood hoje está mais para maquiagem do que para conteúdo. Uma pena.

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Feast of Love

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Depois de uns anos fui rever o filme Feast of Love, que é um dos meus prediletos no estilo romance. Ele é aquele tipo de filme que te dá dicas de como sobreviver a todos os sofrimentos que amar nos causa. É um filme que nos gera esperança palpável, não apenas para viver um grande amor, mas para saber lidar com ele quando ele chegar.

E o filme começa com Morgan Freeman contando uma das inúmeras versões de como o amor foi inventado. E de fato, essa é a minha versão predileta.

Há uma história sobre os deuses gregos. Eles estavam entediados, então inventaram o ser humano. Mas continuaram entediados, então inventaram o amor. Assim, não se entediaram mais.
Então decidiram experimentar o amor.
E, finalmente, inventaram o riso para que conseguissem suportá-lo.

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Tarja Branca

1982029_754819681195918_858959531_nFui assistir Tarja Branca achando que iria ver um documentário pedagógico, voltado para a área escolar. Mas na verdade é uma explicação de como nos tornarmos o que somos hoje, esses dinossauros contemporâneos.

É a explicação de nossas tristezas, angustias, insatisfações e irritações. De como o brincar é importante, e de como continuamos a brincar na vida adulta. Trabalhar com o que se gostar, é brincar. O documentário nos lembra que as maiores empresas de informática utilizam o brincar como o maior foco de criatividade. Lembrou da Google que só faz crescer exatamente por colocar as pessoas em ambientes recreativos, estimulando a criatividade. É ali, na brincadeira, que nos criamos, nos fazemos e nos refazemos.

A maioria ainda dirá que essas ideias é regressão. Mas na verdade, nós hoje é que somos a verdade regressão humana. A cada dia damos um passo para trás. O que vemos hoje são pessoas infelizes, tentando tapar o buraco da felicidade com excesso de atividades. Não se tem mais tempo para ser feliz. Time is money, não é?!

Então, fica a dica de um documentário que te fará refletir melhor sobre a pergunta: a criança que você era teria orgulho da pessoa que você é hoje?

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Hoje Eu Quero Voltar Sozinho

Hoje-Eu-Quero-Voltar-Sozinho-cartazAcabei de assistir Hoje Eu Quero Voltar Sozinho. E tenho que confessar: me surpreendeu positivamente.
Depois de ter visto o curta Eu Não Quero Voltar Sozinho, eu fiquei muito ansiosa para ver o longa. Sabia que ia ser bom, mas não tanto!
O cinema brasileiro está melhorando muito, em alta velocidade e com qualidade européia. A preocupação com detalhes é incrível, o que é algo muito peculiar no cinema europeu. Detalhes como por exemplo o foco no olho do Léo um pouco aberto no beijo com Gabriel.
Por falar no beijo, Hoje Eu Quero Voltar Sozinho me colocou tão dentro da história, que o primeiro estalinho de Gabriel e Léo levou meu coração na boca. Mas pelo susto que tomei. Completamente inesperado. Eu sabia que o beijo iria acontecer, só não sabia quando e como. Quando aconteceu cheguei a colocar meu corpo um pouco para trás.
O que de fato faltou um pouco foi o bullying. Até teve, mas achei que foi algo muito leve. A realidade não é bem essa. Mas é como o próprio diretor, Daniel Ribeiro, falou sobre essa amenização, de que não era o foco do filme. E realmente não era.
Mas tirando isso, o filme é espetacular.
A trilha sonora é outro ponto forte no filme. A banda Belle and Sebastian cantando There’s Too Much Love caiu como uma luva.

Não foi atoa que o longa ganhou prêmio da crítica na mostra Panorama do festival de Berlim.

Não sei por quanto tempo ainda vai estar em cartaz, mas quem puder ir, não vai se arrepender.

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Uma Assinatura Que Só Os Inteligentes Podem Ver

reuniao-em-2009-mostra-eduardo-paes-negociando-cooperativas-com-lideres-Seja lá quem foi que acendeu aquela bagaça, não o fez para matar o jornalista. Ponto. Isso tem que ficar claro. O cara estava na hora e no lugar errado.

Outra coisa, só se fala disso porque? Qual o motivo da mídia estar focando tanto nesse assunto?
Isso é uma tática velha de truque de mágica: fazer você prestar atenção em alguma coisa, enquanto outra mais importante esta sendo feita.

Minha humilde opinião? Essa criança que esta sendo acusada (porque se age como, é criança!) é um bode expiatório. Outra tática velha de golpe: o mandante top manda alguém fazer um serviço, esse alguém manda outro alguém fazer o serviço, esse outro alguém manda fazer o serviço, e esse último NUNCA sabe quem é o mandante principal.

Nesse caso especifico, não é preciso ser Einstein para saber que Dudu esta por trás disso e de tantos outros ataques que não tiveram essa mídia toda. Mas a prova disso foi o ataque ao Freixo. Foi naquele momento que sua assinatura apareceu.
Mas o maior segredo é que essa sua assinatura, só os inteligentes podem ver.

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Globo e seu Desespero!

mauricio-cid2A Globo anda desesperada, só pode!

Além do Cid do Blog Não Salvo ter ficado 3 blocos inteiros no Programa do Jô, ele ainda teve a audácia de cortar a barba do Cid (sem permissão, até aonde eu percebi).

Cid fez um post dizendo que achou foda e se divertiu muito. Eu nem duvido, até porque foi uma mega publicidade para ele (mesmo sabendo que ele nem precisa muito, porque na internet ele bomba demais!).

Mas eu, sinceramente, achei nada haver com o programa. E sem contar que o Jô falou umas 3 vezes que não tem nenhuma rede social porque não tem tempo. Para amenizar dizia logo em seguida que vê que a internet é realmente importante.

Uma dica ao Jô Soares: A internet esta cada dia mais substituindo a televisão. Só você que “não tem tempo” que ainda não percebeu.

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Massacre de Ponte Llaguno Brasileiro

A manipulação da mídia de uma imagem que diziam ser de um chavista começando a atirar era mentirosa, e foi reproduzida milhões de vezes na televisão, e essa foi a principal base para o golpe ao Chavez em 2002.

Com o documentário “Ponte Llaguno – As chaves de um massacre” mostra claramente que o começo é muito semelhante com o que anda acontecendo aqui no Brasil.

A mídia/governo vai manipular agressões e vai instigar a violência, como fez em Caracas.

Se a classe média que esta indo para a rua parar de ver televisão e ESTUDAR, vão perceber que o massacre de Ponte Llaguno esta para acontecer aqui no Brasil.

Parem de ver essa merda de televisão e acreditar nessas manipulações de massa ignorante e ESTUDEM! Parem de acreditar em um jornalismo manipulador. Parem de fingir desconforto com algo que vocês até ontem nem sabiam o que era. Parem de lutar evasivamente. Parem de brincar de War. Isso é vida real!

Quer de fato mudar esse sistema político corrupto? Ensinem o povão, aquele que vocês pararam no trânsito e que tentam chegar em casa, aquele que acredita na maquiagem carioca e votou no Eduardo Paes, ensinem essas pessoas a votarem.

Se isso não ocorrer, o massacre de Ponte Llaguno brasileiro vai ser transmitido ao vivo pela mídia.

Eu só espero que eu esteja errada.

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Fotografando o Capitalismo

A fotografia que simboliza o capitalismo.

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Foto: Sergio Moraes/Reuters

Analisando essa cadeia hereditária
Quero me livrar dessa situação precária
Onde o rico cada vez fica mais rico e o pobre cada vez fica mais pobre

E o motivo todo mundo já conhece,
E que o de cima sobe e o de baixo desce

Mas eu só quero
Educar meus filhos
Tornar um cidadão
Com muita dignidade
Eu quero viver bem
Quero me alimentar
Com a grana que eu ganho
Não dá nem pra melar

E o motivo todo mundo já conhece
É que o de cima sobe e o de baixo desce

Xibom Bombom
(As Meninas)

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Poderia ser Pena, mas é só Nojo

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Queria sentir pena das pessoas que sentam a bunda no sofá para assistir essa programação defecada e alienatória de um instrumento que deveria ser a revolução humana, mas é a degradação de cérebros ainda vivos.

Mas eu só sinto nojo.

 

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Menos Natal Mais Humanidade

Banksy JesusAssisti ontem de noite “Quem foi Jesus“, na Discovery. O documentário contou a parte do Jesus histórico. Recomendo.

Mas sabe o que mais me chamou a atenção? O fato de que nada, nada, nada mudou!

Jesus era um missionário que  se indignava com a roubalheira do império. Naquela época, tinha-se que pagar imposto para tudo. Tinha imposto até pelo fato  da pessoa existir (é sério). A diferença entre os ricos e os pobres era gritante.

E foi ali que caiu a minha ficha. Nada, nada, nada, nada mudou! Ainda somos roubados pelo governo, ainda temos que pagar impostos ridículos e a diferença ainda é gritante entre ricos e pobres.

Mais de dois mil anos se passaram e o mundo não mudou nada.

E ai você quer que eu te deseje Feliz Natal? Me desculpe, mas me recuso.

O que eu desejo nesse Natal? HUMANIDADE! O mundo com certeza seria outro se além de humanos, tivéssemos humanidade.

Mas como disse Elisa Lucinda:

Minha esperança é imortal!

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Homenagem aos Psicólogos

Achei essa pérola de animação no blog do autor de Filho do Freud. Me emocionei por demais.

E essa vai em homenagem a todos os psicólogos, aos reorganizadores de nossa alma.

Com carinho para Sonia Haussmann Noya, que tanto me ajudou e que é um ícone até hoje para mim.

E para Camila, minha atual analista, que tem me ajudado a fazer uma reconstrução mental maravilhosa. Dolorosa, mas necessária.

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Friends Plagiando Chaves

Eu, muito fã de Friends e de Chaves, percebi duas piadas clássicas do Chaves em 2 episódios de Friends. Uma, é a cena clássica do Seu Barriga sentando no sofá e todo mundo levantando.

Veja, a cena começa em 09:52:


No Friends, a mesma piada é feita. Veja em 3:06:


A outra piada plagiada é de quando o Chaves ia começar a fazer algo e interrompia falando alguma coisa. Kiko ficava louco (e eu também! rsrs).


Uma das cenas com a piada em 0:45:

 

No Friends, a piada é repetida quando Ross vai tocar o “Som”. Veja em 1:20:


Talvez tenha mais plágio e eu não me liguei. Mas de nada, nadinha de nada, muda a qualidade de Friends. Na minha opinião, ela é a melhor série de todos os tempos.