Publicado em Compartilhando, Lendo e Compartilhando, Pergunta da Vez

Matar

Você pode matar se alguém está tentando matá-lo? Mataria para defender a vida de um ente querido ou alguém que não conhece?
O ato de matar é uma forma adequada de defesa contra aqueles que matariam se não fossem de algum modo impedidos?
Há uma diferença entre o ato de matar e o assassinato?
O estado gostaria de fazê-lo acreditar que matar para cumprir uma agenda política é perfeitamente justificável. De fato, o estado precisa que você aceite a sua palavra a esse respeito para existir como uma instituição de poder. As religiões gostariam de fazê-lo acreditar que matar para revelar, difundir e impor a sua verdade particular é perfeitamente justificável. De fato, as religiões exigem que você aceite a sua palavra a esse respeito para existir como instituições de poder. A sociedade gostaria de fazê-lo acreditar que matar para punir aqueles que cometem certas ofensas (que mudaram ao longo dos anos) é perfeitamente justificável. De fato, a sociedade precisa que você aceite a sua palavra a esse respeito para existir como uma instituição de poder.
Você considera essas posturas corretas? Aceitou a palavra de outrem a esse respeito? O que o seu Eu tem a dizer?
Não existe “certo” ou “errado” nessas questões. Mas com suas decisões você desenha a imagem de Quem É.
De fato, com suas decisões os estados e as nações já desenharam essas imagens. Com suas decisões as religiões criaram impressões indestrutíveis. Com elas as sociedades também produziram suas auto-imagens.
Você está satisfeito com essas imagens? São essas as impressões que deseja criar? Essas imagens representam Quem Você É?
Seja cauteloso com essas perguntas.

(Conversando com Deus – Neale Donald Walsch)

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É loucura conseguir dialogar com Deus?

… Por que acha loucura conseguir dialogar com Deus? Não acredita na oração?

Sim, mas isso é diferente. Para mim a oração sempre teve um só sentido: Eu peço, e Deus permanece imutável.

Deus nunca respondeu a uma oração?

Ah, sim, mas nunca verbalmente. Aconteceram todos os tipos de coisas em minha vida que me convenceram de que eram uma resposta – muito direta – à oração. Mas Deus nunca falou comigo.

Eu entendo. Então esse Deus em que você acredita pode fazer qualquer coisa – menos falar.

É claro que Deus pode falar, se quiser. Só não parece provável que Ele iria querer falar comigo.

Essa é a causa de todos os seus problemas na vida – não achar que merece que Deus fale com você.
Como pode esperar ouvir a Minha voz se pensa que não merece que Eu fale com você?
Eu lhe digo que estou fazendo um milagre neste exato momento.
Porque não só estou falando com você, como também com todas as pessoas que estão lendo este livro.
Estou falando com todas elas agora. Sei quem são. Sei quem lerá estas palavras – e que (como acontece com todas as Minhas outras comunicações) – algumas dessas pessoas não ouvirão palavra alguma.

(Conversando com Deus – Neale Donald Walsch)

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Que tipo de arbítrio é livre quando escolher uma coisa dentre outras leva à condenação?

Em primeiro lugar, vocês não devem fazer perguntas lógicas como, “se Deus queria uma obediência cega às Suas leis, por que criou a possibilidade dessas leis serem violadas”? Ah, todos os seus mestres lhes dizem – porque Ele queria que vocês tivessem o “livre-arbítrio”.
No entanto, que tipo de arbítrio é livre quando escolher uma coisa dentre outras leva à condenação? Como o arbítrio é livre quando não é a sua vontade, e sim a de outrem, que deve ser feita? Aqueles que lhes ensinam isso fazem Deus parecer hipócrita.
É dito a vocês que Deus é perdão e compaixão – contudo, se não pedirem esse perdão do “modo certo”, se não “procurarem Deus” adequadamente, suas súplicas não serão ouvidas e atendidas.
Isso não seria tão ruim se houvesse apenas um modo adequado, mas há tantos sendo ensinados quanto há mestres para ensiná-los.
Por isso, a maioria de vocês passa a maior parte da vida adulta procurando o modo “certo” de adorar, obedecer e servir a Deus. A ironia de tudo isso é que Eu não quero a sua adoração, não preciso da sua obediência e não é necessário que sirvam a Mim.
Esses comportamentos são os historicamente exigidos dos súditos pelos monarcas – geralmente egomaníacos, inseguros e tirânicos. Não são de modo algum exigências divinas – e parece notável que até agora o mundo não tenha concluído que são falsas, não tendo nada a ver com as necessidades ou os desejos da Divindade.
A Divindade não tem necessidades. Tudo Que É, é exatamente isso: tudo que é. Portanto, por definição não tem necessidades e nem deseja coisa alguma.
Se vocês escolherem acreditar em um Deus que precisa de alguma coisa – e fica tão ofendido se não a tiver que pune aqueles de quem esperava recebê-la – então terão escolhido acreditar em um Deus muito inferior a Mim. Na verdade, serão Filhos de um Deus Inferior.
Não, meus filhos, por favor, deixem-Me afiançar-lhes novamente, através deste livro, que Eu não tenho necessidades. Não exijo coisa alguma.
Isso não significa que não tenho desejos. Desejos e necessidades são coisas diferentes (embora muitos de vocês as tenham igualado em suas vidas atuais).
O desejo é o começo de toda criação. É o primeiro pensamento, um sentimento profundo dentro da alma. É Deus escolhendo o que criar a seguir.
E qual é o desejo de Deus?
Eu desejo primeiro saber e experimentar Quem Sou, em toda plenitude – para conhecer Quem Realmente Sou. Antes de criar você – e tudo o que há no universo – era impossível compreender isso.
Em segundo, Eu desejo que vocês saibam e experimentem Quem Realmente São, através do poder que lhes dei de criar e experimentar a si mesmos do modo que escolherem.
Em terceiro, Eu desejo que todo o processo da vida seja uma experiência de alegria constante, criação contínua, desenvolvimento incessante e satisfação plena em todos os momentos.

(Conversando com Deus – Neale Donald Walsch)