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A importância de nomenclaturar as coisas

Eu saí a algumas semanas com um cara que veio argumentar comigo que eu fico rotulando muito as coisas.

Eu já estava tete a tete com ele e já tinha bebido 2 cervas (sou fraca, 2 eu já fico lokona). Fui pra casa, dormi e acordei pensando nisso.

O cara é branco, cis, hétero, monogâmico, alossexual, corpo sarado e morador da zona sul do Rio. É o padrão em formato de ser humano.
O cara nasceu na bolha de representatividade. Para onde ele olha se vê representado. Ele não faz ideia do que é não ver representatividade, se sentir perdido perante quem você é. Quem não é padrão se sente tão sozinho que parece que nem existimos. Somos invisíveis.

Quando a gente lê e ou escuta alguma definição que nos cabe, a sensação é de acolhimento, de um abraço demorado seguido de um “você não está sozinha”.
Ele nunca na vida vai entender a importância disso, então pra ele é mole dizer “no more rótulos”.

Amigo, você é padrão, você tem 100% de representatividade, você é o rótulo em formato humano, você nasceu achado.

Então, na minha opinião seguida da minha vivência, eu acho definições muitíssimo importante diante do mundo que só existe para quem é padrão.

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Dar Limite ≠ Abuso Infantil

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Existe diferença entre dar limite e abuso infantil.

Para saber a diferença não é muito difícil.
Faça a pergunta: Eu estou pensando na educação desse ser humano, ou é puramente emocional?

Se você dá esporro nessa criança porque está cansado, sem paciência e ou irritado, você está abusando dessa criança.

Sem mais.

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Pronto, Falei! – 12

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Um povo que tem 0% de analfabetos, valoriza aquele um que fez a diferença para sempre.

Aqui no Brasil, com seus 16 milhões de analfabetos, se Dilma morre, o cortejo fúnebre seria Ivete Sangalo e Claudia Leite juntas, cantando Jesus Cristo eu estou aqui!

 

#prontofalei

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Pronto, falei! – 11

Eu quero falar. E não me importo se você vai ler isso e fingir que não é com você, ou se você vai ler e refletir sobre. O mais importante aqui é não deixar que o eco do silêncio se espalhe mais ainda.

Em duas semanas, duas notícias deram o ar da graça. Muita gente falando, muita gente se fazendo de técnico da seleção.

As  notícias são a do caso dos índios Guarani-Kaiowá e  da Ong que recebe 28mil (que com certeza é muito mais, mas a mídia desconta do que recebe) por viciado em crack.

Mas eu não sei, pode ser impressão, mas me parece que esta havendo uma compaixão maior para com os índios. Não quero dizer que eles não merecem essa compaixão para com esse problema urgente. Não é isso. O que eu sinto é um costume, uma aceitação maior para com a corrupção política. E juntando com o preconceito para com os usuários de crack… Realmente sentir pena dos índios que você até ontem nunca tinha ouvido falar, vence o comércio da vida de quem você vê na sua rua, mas ignora.

De novo, acho muito justa a causa dos índios Guarani-Kaiow. Mas em contra ponto, acho injusto o costume e a aceitação dessa corrupção de almas.

#prontofalei

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Pronto, falei! – 09

Não concordo que a responsabilidade da baixa qualidade artística são dos patrocinadores, dos que tem o $. Se a alta qualidade artística vendesse, eles focariam nela. É questão do que o povo quer, e não o inverso.

Como a parábola do lobo e das ovelhas, aonde o lobo traficante é preso e massacrado pela sociedade das ovelhas, e em uma entrevista perguntam se ele acha que é culpado. Ele diz que tem 50% da culpa, já que as ovelhas viciadas que compraram as drogas com ele tem os outros 50%.

Então, na verdade, a raiz do problema é a educação base e familiar de quem compra baixa cultura.

Os patrocinadores querem dinheiro, e o povo quer o que?

(respondendo uma postagem no Facebook do Tico Santa Cruz, aonde ele responsabiliza a baixa qualidade cultural aos patrocinadores, aqueles que tem o dinheiro em mãos.)

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Pronto, falei! – 08

Rafinha Bastos disse no seu DVD:

“Eu fui afastado porque fiz uma piada. É verdade. Um comediante fez uma piada!
É tipo você é contador ser demitido porque fez uma conta.”

Não Rafael, é como um contator ser demitido por ter feito uma conta errada.

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Falsidade e Hipocrisia em Horário Nobre

Eu não vejo televisão. Porque? Porque sei que fingir que faz a diferença sem realmente fazer é mole. A Rede Glogo tem disso. É um dos grandes motivos que me faz não ligar a televisão. 

Deixo aqui a indignação de Jane Patricia Haddad, que é a minha também.

Após assistir por várias semanas as reportagens mostradas no Programa Fantástico, com o Tema ( Conselho de Classe), e hoje, em especial, acompanhando o Programa em que aparece o Projeto da Escola Da Ponte (Vila das Aves-Portugal) fiquei pensando,( do outro lado do Atlântico) existem pessoas, pensando em equipe, sabendo pelo que lutam e o que pretendem com um Projeto educacional. Digo isso não pelo que vi hoje e sim em meu contato com José Pacheco, Fátima Pacheco, Cristiano Silva, Ricardo França Silva, dentre outros educadores.
A Escola da Ponte é fato, é real, como também é verdade que lá há uma equipe incansável, batalhando pela educação que eles discutem, refletem e acreditam.
Só não entendi o objetivo do programa, após mostrar a Ponte , o programa volta a exibir, pontos da educação brasileira em que aparece “professores” falando alto com seus alunos.
Apresentam uma professora, dizendo aos alunos, que precisa da sua voz… já que não tem um apito (os alunos falam muito alto). Sem contar intervenções de professores, coordenadores e diretores, apresentadas nas semanas anteriores, dignas de dó!
Confesso estar INDIGNADA com a condução “reducionista” do programa e principalmente com o Silêncio dos nossos Educadores frente a tamanho desrespeito!
Deixo uma questão: Aqui no Brasil, não há educadores pensando-fazendo uma outra educação que não seja aquela, apresentada, nos ultimos domingos???

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Pronto, falei! – 03

Olha, eu acho o Rafinha Bastos um babaca.

Uma montagem esta rodando pelo Facebook, aonde Rafinha Bastos (que pode ter que pagar 100 mil de indenização e 3 anos de prisão) é comparado ao Maluf (que dispensa apresentações). 
Concordo que a justiça que é a verdadeira piada. Mas não é porque Rafinha não mata, não rouba, que pode ser escroto e babaca em rede nacional.

Humor para mim deixa de ser humor quando o sujeito principal da piada não consegue rir junto.

Pronto, falei!

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Pronto, falei! – 01

Melhor saber disso do que do tiroteio no Complexo do Alemão.

Pronto, falei!

Professores de escola líder no ranking do Saerjinho ‘vestem a camisa’

Maria Celeste Paiva do Vale, diretora do Ciep Governador Leonel de Moura Brizola Foto: Carolina Heringer

Há 14 anos à frente do Ciep Governador Leonel de Moura Brizola, em Niterói, a diretora Maria Celeste Paiva do Vale, de 49 anos, exibiu um largo sorriso ao receber a notícia de que a unidade deixou para trás outras 1.255 escolas estaduais. O Ciep foi o primeiro colocado, com 86% de acertos, no Saerjinho, o sistema de avaliação da educação do Estado do Rio, que, bimestralmente, analisa o ensino de Português e Matemática.

O resultado, garante a diretora, é fruto de um trabalho diferenciado, principalmente dos professores da unidade:

— Eles vestem a camisa e digo que temos vários diretores, porque eles participam de tudo. Eu me orgulho da minha equipe — conta.

Como exemplo, Maria Celeste cita um dos projetos criados pelo seu time. Todo ano, é escolhido um tema principal e quatro subtemas — um por bimestre — para serem estudados. Neste ano, o estado do Rio é o principal, e os subtemas são: as diferenças, meio ambiente, cultura e violência.

— Conciliamos o conteúdo com o programa da secretaria. É uma forma de ensinar de outra maneira, tornando o conteúdo mais atrativo. O aprendizado rende muito mais — atesta a diretora.

Melhores no interior

A boa colocação do Ciep Governador Leonel de Moura Brizola indica uma tendência no estado: escolas fora da capital têm apresentado melhor desempenho. Das 20 melhores colocadas no Saerjinho, apenas uma fica na capital, o Centro Educacional Candeia, no Galeão, Ilha do Governador.

O secretário estadual de educação, Wilson Risolia, atribui o resultado ao empenho dos profissionais, além da relação ainda próxima entre professores, alunos e seus familiares nessas regiões.

— A receita é simples: compromisso, desempenho e dedicação. As pessoas fazem diferença sempre. As escolas que se colocaram bem têm algo em comum: um compromisso muito forte da comunidade escolar — garante.

Das 1.255 escolas do estado avaliadas, 34% tiveram evolução em Português em relação ao 1 bimestre. Em Matemática, 33% tiveram melhora. Foram 360 mil alunos avaliados, de 5 e 9 anos do ensino fundamental e das três séries do ensino médio.”

Fonte: http://extra.globo.com/noticias/rio/professores-de-escola-lider-no-ranking-do-saerjinho-vestem-camisa-2593229.html